Dou: Agricultura publica preços mínimos para safra de verão 2026/27
Brasília, 13 - O Ministério da Agricultura publicou nesta segunda-feira, 13, os preços mínimos para os produtos de verão e produtos regionais das safras 2026/2027 e 2027. Os valores haviam sido fixados anteriormente pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A divulgação foi feita em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU), que entra em vigor hoje.
Os valores têm vigência entre julho deste ano a junho de 2028, variando conforme o cultivo. O preço mínimo de cada produto agrícola é o valor estabelecido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O valor cobre os custos mínimos de produção. Os valores são utilizados como referência nas operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).
Os preços mínimos foram definidos para algodão em caroço e em pluma, arroz longo fino em casca, borracha natural cultivada, coágulo virgem a granel, látex de campo, cacau cultivado (amêndoa), caroço de algodão, feijão cores, feijão preto, juta/malva; embonecada, prensada, leite, mandioca, raiz de mandioca, fécula, goma/polvilho, milho, soja e sorgo. O ministério também publicou os preços mínimos para sementes de algodão, arroz longo e fino, feijão, juta/malva, milho, soja e sorgo.
Para a soja, o preço mínimo foi elevado em 7,46%, de R$ 71,04 por saca de 60kg na safra 2025/26 para R$ 76,34 a saca para o período de janeiro a dezembro de 2027. No caso do milho, o preço mínimo varia conforme a região. Para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o reajuste do preço mínimo foi de 5,03% ante a safra anterior, para R$ 58,44 a saca de 60kg. O valor do cereal no Centro-Oeste e no Norte ficou inalterado, em R$ 38,25 por saca. O preço mínimo do algodão em caroço foi elevado em 3,82%, para R$ 47,65 a arroba de 15 kg.



