IPC-S sobe 0,46% na 3ª quadrissemana de outubro ante variação idêntica à apurada na 2ª quadri
Houve aceleração em quatro dos oito grupos que compõem o IPC-S nesta leitura: Educação, Leitura e Recreação (de 0,68% para 0,90%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,18% para 0,28%), Transportes (de 0,33% para 0,34%) e Comunicação (de 0,01% para 0,02%)

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas (FGV) repetiu a taxa de 0,46% na terceira quadrissemana de outubro, idêntica à apurada na segunda quadrissemana do mês. Com este resultado, o índice acumula alta de 4,28% nos últimos 12 meses, e avanço de 3,70% em 2026.
Houve aceleração em quatro dos oito grupos que compõem o IPC-S nesta leitura: Educação, Leitura e Recreação (de 0,68% para 0,90%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,18% para 0,28%), Transportes (de 0,33% para 0,34%) e Comunicação (de 0,01% para 0,02%).
Por outro lado, perderam força: Alimentação (de 1,22% para 1,08%), Vestuário (de 0,34% para 0,28%), Habitação (de 0,17% para 0,16%) e Despesas Diversas (de 0,04% para -0,02%).
Influências
As maiores influências que puxaram o índice para cima partiram de tomate (22,58% para 19,64%), passagem aérea (6,63% para 7,41%), condomínio residencial (1,21% para 1,15%), cebola (14,89% para 13,89%) e móveis para residência (0,14% para 2,20%).
Na outra ponta, puxaram o índice para baixo a tarifa de eletricidade residencial (-1,13% para -1,69%), o seguro facultativo para veículo (-1,34% para -1,50%), a banana-prata (-4,75% para -5,56%), a manga (-11,79% para -11,58%) e a cenoura (-7,53% para -7,74%).



