Redução das chuvas no sul de Mato Grosso coloca cotonicultores em alerta

Boletim semanal da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) aponta que o avanço do período seco acende um sinal de alerta, principalmente para áreas de segunda safra e plantios tardios

07/04/2026 às 11:07 atualizado por Redação - SBA
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Nessas lavouras, a baixa umidade do solo pode comprometer o enchimento das estruturas reprodutivas, etapa essencial para a definição do potencial produtivo. Segundo a entidade, a manutenção da umidade é determinante para evitar perdas. Nas demais regiões do estado, o cenário é considerado estável. A abertura de janelas de sol permitiu a retomada de manejos importantes, como a adubação de cobertura e a aplicação de reguladores de crescimento. O desenvolvimento de botões florais e maçãs segue dentro do esperado na maior parte das áreas.

Apesar disso, a transição para o período seco exige atenção. Técnicos alertam que o estresse hídrico pode impactar a produtividade, mesmo em lavouras já estabelecidas.

No campo fitossanitário, o foco permanece no controle do bicudo-do-algodoeiro. O monitoramento com armadilhas e as aplicações de defensivos foram intensificados para conter o avanço da praga. Outras ocorrências, como lagartas e pulgões, seguem sob controle.

A recomendação da Ampa é manter o rigor no manejo até o fim do ciclo, para evitar prejuízos tanto por pragas quanto por falhas na condução das lavouras.

 

Informações: Assessoria AMPA