Shell não prevê atividades exploratórias de curto prazo em Barreirinhas, na Margem Equatorial

24/09/2026 às 15:57 atualizado por Gabriela da Cunha e Denise Luna - Estadão
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A Shell, que tem blocos exploratórios na Bacia de Barreirinhas, localizada na Margem Equatorial brasileira, não prevê atividades na área no curto prazo, afirmou nesta quinta-feira, 24, o presidente da companhia no Brasil, João Santos Rosa.

O executivo disse ainda que é cedo para considerar uma entrada na região da Foz do Amazonas, onde a Petrobras confirmou a presença de petróleo no poço de Morpho.

Em relação a Barreirinhas, a companhia mantém estudos sobre o potencial da região e sobre possibilidades de monetizar a área, mas não considera um cronograma de exploração para 2026 ou 2027.

Ao falar com jornalistas durante a ROG.e 2026, evento do setor de energia no Rio de Janeiro, ele ressaltou que o avanço do trabalho da estatal na Margem Equatorial, após uma década entre a concessão e a perfuração, gera expectativa na indústria. No entanto, em sua avaliação, o momento exige equilíbrio entre entusiasmo e cautela.

"É importante ter algum entusiasmo, mas ter principalmente serenidade. Neste momento, nós não estamos presentes na Foz do Amazonas. Vamos acompanhar e, a seu tempo, obviamente, veremos se há oportunidade para participar ou não", pontuou o executivo.